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Tutorial reaver-wps (Linux) para usuários avançados do Windows

Jefferson, 19 de fevereiro de 2012, linux, Redes, Segurança, wi-fi

Cuidado: a fonte usada por padrão neste tema do wordpress não diferencia bem a letra “o” do número “0”. Eu tentei contornar isso usando texto pré-formatado onde era mais ambíguo.

“reaver-wps” é o programa Linux que explora a vulnerabilidade dos roteadores Wi-Fi que comecei a comentar neste post.

Este tutorial é destinado a usuários avançados e técnicos do mundo Windows. O tutorial é inteiramente baseado em Linux, mas se você já instalou o Linux alguma vez na vida e prestar atenção não deverá ter problemas. Não uso Linux mas mesmo assim consegui, então você também consegue.

Dicas para uma adaptação mais rápida:

Glossário

Do que você precisa:

Atenção: No mundo Linux não se preza por retrocompatibilidade como no Windows, então use exatamente as versões indicadas para evitar problemas!

Instale o Kubuntu no disco rígido (requer conexão com a internet)

Isso não é realmente necessário. Você pode pular essa parte e instalar o reaver-wps enquanto roda o Linux a partir do LiveCD. Mas não conheço modo de fazer isso sem ter que fazer de novo a instalação do reaver-wps toda vez que reiniciar. Eu optei por instalar em um notebook velho com dicos de 80GB e deixei o Ubuntu criar uma partição de 10GB para ele. Ele fez isso sem danificar a instalação do Windows XP que já existia.

Não vou ensinar aqui como se instala o Linux. Um usuário avançado Windows conhece todos os conceitos necessários para compreender o processo. Mas lembre-se de sempre usar o comando ifconfig quando precisar saber se, e como, seus adaptadores de rede foram reconhecidos.

Neste ponto eu preciso fazer um elogio ao instalador do Kubuntu 11.10. É a primeira vez que eu vejo um instalador de SO fazer perguntas de configuração enquanto copia os arquivos.

Instale o reaver-wps (requer conexão com a internet)

A partir deste ponto, lembre-se de que pode se poupar de muita digitação e frustração usando CTRL+C e CTRL+SHIFT+V. Abra esta página no browser da máquina Linux e copie e cole os comandos, adaptando onde necessário.

Só por precaução, dê o seguinte comando para atualizar o banco de dados de repositórios:

1 <em>sudo apt-get update</em>

Baixe o reaver 1.4 (mude o nome do arquivo para baixar outra versão. Confirme a mais recente aqui):

1 <em>wget http://reaver-wps.googlecode.com/files/reaver-1.4.tar.gz</em>

Extraia

1 <em>tar -xzvf reaver-1.4.tar.gz</em>

Instale as dependências e ferramentas

12 <em>sudo apt-get install libpcap-dev aircrack-ng sqlite3 libsqlite3-dev</em><em>sudo apt-get install make </em>(a instalação padrão do Kubuntu não instala Montre Omega Seamasterayon-i">o make. Se já tiver instalado, ignore)

Compilar e instalar

12345 <em>cd reaver-1.4</em><em>cd src</em><em> ./configure</em><em>make </em><em>sudo make install</em>

Usando o reaver-wps

Dê o comando “ifconfig” no terminal para saber que interfaces WiFi estão disponíveis. Elas serão listadas como “wlan0”, “wlan1” e assim por diante.  Na maioria das vezes será “wlan0”, mas nem sempre. Por exemplo, meu notebook emachines tem um adaptador embutido que o Linux nomeou “wlan0”, mas que eu não posso usar porque a sequencia de teclas FN+F2 desse notebook não é reconhecida pelo Linux. Então eu tive que instalar um outro adaptador, que foi nomeado “wlan1”.Mas neste tutorial eu vou considerar o deafult: wlan0

1 <em>sudo airmon-ng start wlan0</em>

Preste atenção à resposta que esse comando dá. Ele dirá se está monitorando como “mon0”, “mon1″, etc”. No meu caso foi mon0 (mon-zero)

Agora você precisa saber qual o MAC da interface wireless (BSSID) do roteador que você deseja testar. Se você tem acesso ao roteador, basta entrar no seu setup e olhar isso (lembre-se: é o MAC da interface WIRELESS). Mas também é possível obter isso remotamente com o comando:

1 <em>sudo airodump-ng mon0</em>

O programa vai exibir uma lista de todas as redes ao alcance, atualizada em tempo real, com o BSSID (MAC) do lado esquerdo e o ESSID (o nome da rede) na outra extremidade. Exemplo abaixo.

Você também pode usar o programa wash, que vem com o reaver-wps. O programa tem a vantagem de só listar as redes que tem WPS habilitado (dica de tarcisiocjr):

1 <em>sudo wash -i mon0 --ignore-fcs </em>


Quando tiver o BSSID da que você quer, termine o programa com CTRL-C.

Agora você está pronto para executar o reaver:

1 <em>sudo reaver -i mon0 -b 00:00:00:00:00 -v</em>

Onde 00:00:00:00:00 é o BSSID obtido no passo anterior

Após um ou dois minutos se auto ajustando, o reaver decidiu usar um intervalo de 4s entre tentativas. Agora aguarde enquanto ele faz sua “mágica”.

Extras

Para atualizar o reaver

Você deve fazer tudo de novo exceto o passo “instale as dependências”, mas mudando os comandos para bater com a nova versão.

Como testar mais de um roteador ao mesmo tempo

Basta instalar dois ou mais adaptadores WiFi compatíveis e abrir um terminal para cada um deles e repetir apenas os passos em “usando o reaver-wps”, ajustando os parâmetros “wlan” e “mon” de acordo. Eu testei com dois ao mesmo tempo, ligados a um hub USB.

E se eu tiver que parar o teste?

Não é problema. O reaver-wps grava tudo o que já fez e na próxima vez que você pedir para testar o mesmo BSSID ele vai se oferecer para continuar de onde parou. Você pode continuar (default) ou começar de novo.

Como saber se o WPS está ativo ou não?

No meu caso, quando eu desligo o WPS o reaver fica testando o PIN 1234567890 em loop

Créditos:

Meu tutorial se baseou neste, que está desatualizado (há uma versão mais nova do reaver) e incompleto (entre outras coisas não prevê a ausência de make numa instalação limpa do kubuntu)

VN:R_U [1.9.13_1145]Rating: 5.0/5 (1 vote cast)Tutorial reaver-wps (Linux) para usuários avançados do Windows, 5.0 out of 5 based on 1 rating Be Sociable, Share! 19 de fevereiro de 2012 | Tags: linux, Redes, Segurança, wi-fi | Categorias: Sem categoria
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8 motivos que podem levar a uma demissão por justa causa

Cada empresa, evidentemente, tem suas próprias diretrizes e, da mesma forma que alguns dos casos apresentados aqui podem não ser levados em conta por algumas delas, outros fatores podem ser incluídos

Redação, www.administradores.com,
Não é raro que desligamentos de funcionários se deem de forma traumática, às vezes para a empresa, às vezes para o empregado. Nos casos de demissões por justa causa, principalmente, os conflitos são comuns e acabam se prolongando até a Justiça. De um lado, o trabalhador procura se amparar em algo que justifique a falta e lhe permita uma reversão da situação. De outro, a empresa não abre mão do direito que a lei lhe garante, de demitir um colaborador diante de determinadas faltas graves.


Como diz a sabedoria popular, entretanto, melhor do que procurar remédio para os problemas depois que já são um fato, é evitar que aconteçam. Por isso, elencamos aqui algumas faltas que podem ser motivo para uma demissão por justa causa. Cada empresa, evidentemente, tem suas próprias diretrizes e, da mesma forma que alguns dos casos apresentados aqui podem não ser levados em conta por algumas delas, outros fatores podem ser incluídos. Por isso, uma dica importante também é ler atentamente o contrato de trabalho antes de assiná-lo, bem como o Estatuto ou documento afim da empresa.

Foto: Thinkstock

 

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Tags: demissão justa causa